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Fall Goodies!
Eu sei que o Outono não é das estações com mais amigos por aí, e até percebo, os dias cada vez mais pequenos, o céu cinzento, o frio a instalar-se devagarinho, anunciando o Inverno... Mas no meio disto tudo encontro-lhe encantos irresistíveis e muitos, claro, andam de volta dos tachos!
É a época dos legumes de raiz, das folhas verdes escuras e dos cogumelos, das abóboras e das castanhas, de uma imensidão de frutas como uvas, figos, pêras, maçãs romãs, dióspiros e todo o tipo de citrinos. Todos com uma missão em comum: darem-nos o que mais precisamos para resistir às temperaturas frias e dias escuros.
Podíamos ficar aqui dias a fio a falar de cada um deles e das suas infinitas propriedades mas como minha última obsessão são os legumes de raiz quero vos contar tudinho sobre estes meninos. Podem não ser os mais bonitos do mercado, mas eu gosto deles assim, tortos, sujos e cheios de carácter. Para mim são como pedras preciosas ou tesouros perdidos, ali debaixo da terra à espera que alguém os descubra.
Tecnicamente só são considerados legumes de raiz aqueles que têm raízes tuberosas (raízes dilatadas que armazenam os nutrientes da planta) como as beterrabas, cenouras, rabanetes, pastinacas e os nabos. Mas é comum alargar o termo a todos os legumes que cresçam no subsolo, sejam bolbos como a cebola e o alho, rizomas como o gengibre e a curcuma ou tubérculos como as batatas.
Devido às suas características, podem sobreviver a temperaturas extremas e são de um valor inestimável para a alimentação em invernos rigorosos e climas mais frios, quando pouco ou nada consegue crescer. Estas raízes foram mesmo a solução para muitas culturas ao longo dos períodos mais complicados da História salvando-as da fome. Há até relatos de terem servido como uma importante moeda de troca na Rota da Seda na altura dos descobrimentos.
Apesar de cada um dos legumes de raiz ter a sua própria composição nutricional, todos eles funcionam como um cofre blindado para a planta, guardando tudo o que ela mais necessita para crecer: vitaminas, minerais, fitonutrientes, carboidratos complexos e fibras. As boas notícias são que nós também podemos aproveitar estes pequenos cofres nutritivos. Conseguem imaginar os benefícios destas coisas todas para a saúde humana?
Mas o que é isso de carboidratos complexos e fitonutrientes? Os carboidratos complexos têm uma digestão mais lenta prolongando a sensação de saciedade. E são ainda mais eficazes quando são consumidos com as suas amigas fibras! Os fitonutrientes incluem poderosos antioxidantes que combatem radicais livres no nosso corpo. Estão associados à cor do vegetal, quanto mais intensa mais fitonutrientes ele contém. Estão a ver aquele fúscia vibrante das beterrabas? E o laranja brilhante das cenouras? Só podem querer dizer coisas boas!
E no fim de contas sempre se ouviu dizer que a cenoura faz bem ao olhos! Quem é que daqui se atreve a duvidar da eterna sabedoria das avós?
Fontes aqui, aqui, aqui e aqui.
Beringelas no Forno com Buttermilk e Romã
A receita da capa d'O Novo Vegetariano. Os planos para a inaguração do livro eram outros, mas não consegui resistir a estas beringelas... Ali na prateleira, sempre a fazerem-me olhinhos, vestidas a rigor e enfeitadas com os seus pequenos rubis. Quando me apercebi desta paixão fulminante já não havia nada a fazer a não ser esperar pacientemente pela primeira romã da estação! Afinal quem sou eu para negar estas vontades entre os meus tachos e o meu coração?
A espera não foi nada fácil mas, como em todos os casos de amor dignos de seu nome, tornou tudo ainda mais delicioso. Quando finalmente consegui trazer uma para casa percebi que tinha valido a pena cada segundo e enquanto me deliciava as palavras do Ottolenghi fizeram perfeito sentido... Paraíso culinário! O contraste dos pequenos gomos doces da romã com a beringela robusta e carnuda é qualquer coisa que toca o divino.
Eu sei que as abóboras são a ordem do dia, mas as saudades de partilhar com vocês as minhas aventuras são tantas que não quis esperar nem mais um segundo. Tempo é coisa que não têm abundado por aqui, os dias têm passado a correr, afundada em fichas técnicas, folhas excell outras coisas que tais... É que isto de realizar sonhos dá trabalho! E a verdade é que agora que a coisa está aí mesmo ao virar da esquina, aquele apertozinho no estômago voltou mascarado de uma ligeira sensação de pânico... Trick or treat? Ingredientes (para 2 pessoas)
2 Beringelas
Sal Marinho
Pimenta Preta moída na hora
Alho em pó
Azeite
Tomilho Limão
1 Romã
Raspas de 1 Limão
Molho
140ml de Buttermilk*
100g de Iogurte natural
1 colher de sopa de Azeite
1 dente de Alho pequeno e esmagado
Sal
Preparação
Ligar o forno para ir aquecendo e forrar um tabuleiro com papel vegetal.
Cortar as beringelas a meio, no sentido do comprimento.
Com uma faca afiada fazer3 a 4 cortes paralelos, do lado da polpa da beringela e sem chegar à pele.
Repetir no ângulo oposoto de forma a criar uma grelha.
Colocar as beringelas, com o lado cortado para cima, no tabuleiro e pincelar com um pouco de azeite.
Temperar com o sal, pimenta, alho em pó e o tomilho.
Levar a assar 35-40 minutos, até ficar dourada e os cortes abrirem.
Retirar do forno e deixar arrefecer completamente.
Enquanto as beringelas estão no forno, preparar a romã e o molho.
Cortar a romã ao meio e na horizontal.
Segurar metade por cima de uma tigela com o lado cortado pousado na mão e bater a casca com uma colher de pau até as sementes começarem a cair na tigela.
Lavar as sementes e retirar qualquer bocadinho de casca que possa ter caído.
Misturar todos os igredientes do molho e verificar os temperos.
Reservar no frio até ser preciso.
Para servir, espalhar o molho por cima das beringelas.
Salpicar com as raspas do limão e as sementes da romã.
Decorar com folhinhas de tomilho e um fio de azeite.
Servir como entrada com umas fatias de pão rústico torrado.
*Misturar uma colher de sopa de sumo de limão no leite e deixar coalhar durante 10 minutos.
Massa de Verão com Courgette, Cogumelos e Limão
Esta é provavelmente a última vez que vos escrevo daqui, da minha casa nos últimos 6 anos. No fim desta semana vou trocar Coimbra pelo Porto e começar uma vida nova! Ás vezes ainda sinto um aperto no estômago, vem-me aquele inevitável ai-meu-deus-o-que-é-que-estou-a-fazer de quem deixa o certo pelo incerto, o conhecido pelo desconhecido... Mas no minuto a seguir inundo-me de esperança e sinto que pela primeira vez estou a fazer algo realmente meu, a ir atrás do meu sonho. E no meio disto tudo sinto também um orgulho a aquecer-me o coração, aquele orgulho bom, de quem decidiu mudar a vida e escrever um novo futuro. Pode até não correr bem, mas esse orgulho, esse sei que me vai acompanhar para o resto dos tempos.
Agora tenho a minha vida em caixotes e vou-me despedindo aos poucos desta minha cidade de 14 anos. Será mesmo verdade que tem mais encanto na hora da despedida? Tantas histórias e memórias que habitam nestas ruas...
E na minha cozinha já só se preparam comidas simples e leves para poder aproveitar até à ultima a magnífica luz da casa, como esta massa cheia de sabores de Verão, óptima para comer no sofá a olhar pela janela e sonhar.
Deixo-vos com este poema de Pablo Neruda que tão bem me tem acompanhado:
Morre lentamente
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo...
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece...
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is"em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa
quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige
um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Até ao Porto e... Happy Meatless Monday! *
quem não viaja,
quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo...
Morre lentamente
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajectos,
quem não muda de marca,
não se arrisca a vestir uma nova cor
ou não conversa com quem não conhece...
Morre lentamente
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is"em detrimento de um redemoinho de emoções,
justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente
quem não vira a mesa
quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente,
quem passa os dias queixando-se da sua má sorte
ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projecto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo exige
um esforço muito maior que o simples facto de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos
um estágio esplêndido de felicidade.
Até ao Porto e... Happy Meatless Monday! *
Ingredientes (para 2 pessoas)
220g de Massa Fusili
200g de Courgette
6 Cogumelos Brancos
1/2 Cebola
2 dentes de Alho
1 pedacinho de Raiz de Gengibre
Raspa de 1/2 Limão
Tomilho
Azeite
Sal Marinho
Pimenta Preta moída na hora
Funcho e Sementes de Chia para servir
Preparação
Encher um tacho fundo com água temperada com sal e um fio de azeite e deixar levantar fervura para colocar a massa a cozer.
Num frigideira refogar a cebola cortada em rodelas finas num pouco de azeite.
Picar o alho e o gengibre e acrescentar à cebola quando esta começar a caramelizar.
Lavar e cortar em fatias finas os cogumelos e juntar ao refogado.
Misturar a raspa de limão e o tomilho e deixar cozinhar em lume médio uns 3 minutos.
Lavar e cortar a courgette em tiras e acrescentar aos cogumelos misturando.
Temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar entre 5 a 7 minutos até os legumes amolecerem.
Verificar a cozedura da massa e se estiver pronta, escorrer a água (poupando um bocadinho para ajudar a envolver) e passar para a frigideira.
Sempre com o lume ligado envolver a massa com o refogado.
Servir salpicado de sementes de chia e umas folhinhas de funcho.
Adaptado do livro Refeições Rápidas, Passo a Passo da Love Food
Limonada de Limas com Gengibre, Hortelã e Sementes de Chia
Com este calor tem havido um jarro bem fresquinho desta limonada quase todos os dias cá por casa. A primeira vez que fiz foi para o Jantar com Sabor a Jazz e vi logo que ia ser a bebida deste Verão. O aroma das Limas e da Hortelã com o picante do Gengibre resulta na perfeição! E depois temos as poderosas Sementes de Chia, que apesar de minúsculas, são um super-alimento e estão recheadas de coisas boas!
Estas sementes acompanham-nos desde os Maias e Astecas e acredita-se que na altura eram um parte substancial da sua alimentação. Para além do seu uso medicinal no alívio de dores nas articulações e queimaduras, há relatos, de que muitas vezes, os guerreiros sobreviviam com apenas uma colher de sopa por dia!
São muito ricas em Ómega 3, proteínas completas, fibras e minerais e ao contrário de outras sementes, como as de Linhaça, não precisam de ser moídas para nos darem todos os seus nutrientes. E em que é que estas coisas todas nos fazem bem? Ajudam a reduzir o mau colesterol, a regular a coagulação do sangue, a regenerar as células da pele, das mucosas e dos nervos e como são muito ricas em fibras ajudam a manter a linha e a melhorar o sistema digestivo.
Outra coisa fantástica destas pequenas sementes é que ao entrarem em contacto com líquidos formam uma espécie de gel muito aglutinador o que as torna num substituto perfeito dos ovos em receitas de pastelaria veganas.
Vêm? Perfeitas! Para toda a gente mas principalmente para vegetarianos, grávidas ou mulheres em amamentação e atletas. It's Chia Power!
Ingredientes (cerca de 1 litro)
1 Lima
800ml de Água fresca
1 pedaço de Raiz de Gengibre
1 colher de sopa de Sementes de Chia
1 colher de sopa de Açúcar Amarelo
Hortelã a gosto
Gelo para servir
Preparação
Espremer o sumo da lima (rolando a lima numa superfície rija antes de espremer ganha-se muito mais sumo) e reservar.
Descascar e picar grosseiramente o gengibre.
Colocar a casca da lima, o gengibre e as folhinhas de hortelã num processador (se não tiverem, uma varinha mágica serve) e picar bem.
Misturar com a água e coar para o jarro onde se vai servir.
Juntar o sumo da lima, o açúcar e as semente de chia e mexer.
Guardar no frigorífico e juntar gelo na hora de servir.
Estas sementes acompanham-nos desde os Maias e Astecas e acredita-se que na altura eram um parte substancial da sua alimentação. Para além do seu uso medicinal no alívio de dores nas articulações e queimaduras, há relatos, de que muitas vezes, os guerreiros sobreviviam com apenas uma colher de sopa por dia!
São muito ricas em Ómega 3, proteínas completas, fibras e minerais e ao contrário de outras sementes, como as de Linhaça, não precisam de ser moídas para nos darem todos os seus nutrientes. E em que é que estas coisas todas nos fazem bem? Ajudam a reduzir o mau colesterol, a regular a coagulação do sangue, a regenerar as células da pele, das mucosas e dos nervos e como são muito ricas em fibras ajudam a manter a linha e a melhorar o sistema digestivo.
Outra coisa fantástica destas pequenas sementes é que ao entrarem em contacto com líquidos formam uma espécie de gel muito aglutinador o que as torna num substituto perfeito dos ovos em receitas de pastelaria veganas.
Vêm? Perfeitas! Para toda a gente mas principalmente para vegetarianos, grávidas ou mulheres em amamentação e atletas. It's Chia Power!
Ingredientes (cerca de 1 litro)
1 Lima
800ml de Água fresca
1 pedaço de Raiz de Gengibre
1 colher de sopa de Sementes de Chia
1 colher de sopa de Açúcar Amarelo
Hortelã a gosto
Gelo para servir
Preparação
Espremer o sumo da lima (rolando a lima numa superfície rija antes de espremer ganha-se muito mais sumo) e reservar.
Descascar e picar grosseiramente o gengibre.
Colocar a casca da lima, o gengibre e as folhinhas de hortelã num processador (se não tiverem, uma varinha mágica serve) e picar bem.
Misturar com a água e coar para o jarro onde se vai servir.
Juntar o sumo da lima, o açúcar e as semente de chia e mexer.
Guardar no frigorífico e juntar gelo na hora de servir.
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Compota de Pêra com Gengibre e Limão
Adoro fazer compotas! Todo trabalho de descascar e preparar a fruta, o cheirinho que fica na casa, esperar pelo ponto do açúcar e ficar sempre maravilhada com a estrada que realmente se forma.
Como não gosto de compotas muito doces sigo quase sempre a mesma proporção: um quilo de fruta para meio de açúcar (às vezes até menos) e depois é experimentar um bocadinho com os sabores!
Lembram-se do Crumble de Pêra e Gengibre? Gostei tanto da combinação do doce da Pêra com o travo quase picante do Gengibre que quando estava a fazer esta compota resolvi experimentar. E para realçar ainda mais o sabor do Gengibre um bocadinho de Limão, não fosse eles velhos amigos. Divinal! Tão boa que ainda estava quente no tacho e eu já a roubar colheradas!
Para aproveitar as últimas Pêras deste Inverno quente, Compota de Pêra com Gengibre e Limão. E estou a contar trazer-vos ainda esta semana uma ideia deliciosa para usar esta compota! Só de pensar já estou com água na boca!
Ingredientes
1kg de Pêras maduras mas firmes
500g de Açúcar Amarelo
1dl de Água
1 Pau de Canela
raspa da casca de 1 Limão
1 pedaço de Raiz de Gengibre picada (mais ou menos o tamanho de um polegar)
Preparação
Lavar, descascar e cortar as pêras em pedaços.
Juntar todos os ingredientes num tacho grande.
Deixar levantar fervura e baixar para lume brando.
Mexer de vez em quando até o açúcar atingir o ponto estrada.
Colocar depois o doce ainda quente em frascos esterilizados (eu encho-os com água e coloco no microondas 3 minutos).
Fechar e virar os frasco para baixo para criarem vácuo.
Como não gosto de compotas muito doces sigo quase sempre a mesma proporção: um quilo de fruta para meio de açúcar (às vezes até menos) e depois é experimentar um bocadinho com os sabores!
Lembram-se do Crumble de Pêra e Gengibre? Gostei tanto da combinação do doce da Pêra com o travo quase picante do Gengibre que quando estava a fazer esta compota resolvi experimentar. E para realçar ainda mais o sabor do Gengibre um bocadinho de Limão, não fosse eles velhos amigos. Divinal! Tão boa que ainda estava quente no tacho e eu já a roubar colheradas!
Para aproveitar as últimas Pêras deste Inverno quente, Compota de Pêra com Gengibre e Limão. E estou a contar trazer-vos ainda esta semana uma ideia deliciosa para usar esta compota! Só de pensar já estou com água na boca!
Ingredientes
1kg de Pêras maduras mas firmes
500g de Açúcar Amarelo
1dl de Água
1 Pau de Canela
raspa da casca de 1 Limão
1 pedaço de Raiz de Gengibre picada (mais ou menos o tamanho de um polegar)
Preparação
Lavar, descascar e cortar as pêras em pedaços.
Juntar todos os ingredientes num tacho grande.
Deixar levantar fervura e baixar para lume brando.
Mexer de vez em quando até o açúcar atingir o ponto estrada.
Colocar depois o doce ainda quente em frascos esterilizados (eu encho-os com água e coloco no microondas 3 minutos).
Fechar e virar os frasco para baixo para criarem vácuo.
Bolo de Iogurte com Limão e Sementes de Papoila
O Bolo de Iogurte foi talvez a minha primeira aventura entre os tachos. Com a supervisão materna, claro está! É sem dúvida um clássico e arrisco em dizer que não conheço ninguém que não goste. Perfeito para pequenos-almoços ou lanches acompanhado de um chá ou outra bebida quente, é um bolo que sabe sempre bem! Esta é uma versão um pouco diferente mas deliciosa!
Ingredientes
Bolo
1 Iogurte Natural
2 copos do iogurte de Açúcar Amarelo
3 Ovos
2 copos do iogurte de Farinha de Trigo Integral
1 copo do iogurte de Farinha de Trigo
2 colheres de sopa de Sementes de Papoila
2 colheres de chá de Bircabonato de Sódio
Raspa de 1 Limão
1 pitada de sal
1/2 copo do iogurte de Azeite
Calda
1/4 copo de iogurte de Açúcar Amarelo
1/4 copo de iogurte de Sumo de Limão
Preparação
Ligar o forno para ir aquecendo. Forrar o fundo de uma forma redonda (com aproximadamente 23cm de diâmetro) com papel vegetal (se se passar um pouco de água na forma torna-se mais fácil forrar) Numa taça, misturar a farinha, fermento e sal. Juntar a raspa de limão e as sementes de papoila e mexer bem. Juntar numa outra taça o iogurte, o açúcar e os ovos, mexendo bem. Adicionar a mistura da farinha e mexer até obter uma mistura homogénea. Misturar o azeite. Colocar a massa na forma e levar ao forno entre 25 a 35 minutos. Deixar arrefecer durante 15 minutos, enquanto se faz a calda de limão misturando os ingredientes até o açúcar se dissolver na totalidade. Verter a calda sobre o bolo ainda morno.
Receita adaptada daqui.
Ingredientes
Bolo
1 Iogurte Natural
2 copos do iogurte de Açúcar Amarelo
3 Ovos
2 copos do iogurte de Farinha de Trigo Integral
1 copo do iogurte de Farinha de Trigo
2 colheres de sopa de Sementes de Papoila
2 colheres de chá de Bircabonato de Sódio
Raspa de 1 Limão
1 pitada de sal
1/2 copo do iogurte de Azeite
Calda
1/4 copo de iogurte de Açúcar Amarelo
1/4 copo de iogurte de Sumo de Limão
Preparação
Ligar o forno para ir aquecendo. Forrar o fundo de uma forma redonda (com aproximadamente 23cm de diâmetro) com papel vegetal (se se passar um pouco de água na forma torna-se mais fácil forrar) Numa taça, misturar a farinha, fermento e sal. Juntar a raspa de limão e as sementes de papoila e mexer bem. Juntar numa outra taça o iogurte, o açúcar e os ovos, mexendo bem. Adicionar a mistura da farinha e mexer até obter uma mistura homogénea. Misturar o azeite. Colocar a massa na forma e levar ao forno entre 25 a 35 minutos. Deixar arrefecer durante 15 minutos, enquanto se faz a calda de limão misturando os ingredientes até o açúcar se dissolver na totalidade. Verter a calda sobre o bolo ainda morno.
Receita adaptada daqui.
Gelado de Limão com Hortelã
É, ao que parece o Verão chegou agora... E cheio de vontade de compensar os meses de timidez! E dias a escaldar pedem sabores bem fresquinhos como o deste Gelado de Limão com Hortelã!
Ingredientes
2 Ovos
200g de Açúcar Amarelo
Sumo e Raspa de 2 Limões
1dl de Natas
Hortelã a gosto
Preparação
Bater o açúcar e as gemas e juntar o sumo dos limões (não esquecer de filtrar o sumo por causa dos caroços e das fibras). Aquecer em lume em banho-maria para engrossar mas cuidado para não ferver.
Assim que estiver espesso, retirar do lume e deixar arrefecer. Bater as claras em castelo e envolver com cuidado as natas (batidas em chantilly previamente). Envolver depois a mistura das gemas e do sumo de limão. Juntar as raspas de limão e umas folhinhas de hortelã picadas. Passar o preparado para um recipiente e levar ao congelador. Assim que começar a ficar congelado, retirar e bater bastante. Voltar a introduzir no frio e repetir até ficar com a consistência de um gelado. Servir salpicado de raspas de limão e um raminho de hortelã.
Se não tivermos máquina de gelado (como eu) dá um bocadinho de trabalho porque temos de bater o gelado várias vezes até conseguirmos a consistência certa. Mas quando se tiverem a deliciar com uma bela taça de gelado num dia de 35º vão ver que valeu bem a pena!
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